Jornada Design Thinking

Pense diferente!! Tenha ideias inovadoras.

Apresentação

O workshop Jornada Design Thinking apresenta a história e os conceitos que suportam a abordagem Design Thinking, trabalhando os valores da empatia, colaboração e experimentação através do uso e aplicação de ferramentas que apoiam a execução das cinco fases (Empatia, Definição, Ideação, Prototipação e Teste) necessárias para execução do modelo em projetos de Inovação e que visam resolver problemas complexos tendo o ser humano como centro do estudo.

Para quem é?

Este workshop foi desenhado para todas as pessoas que desejam conhecer a abordagem que vem ajudando pessoas e empresas a gerarem produtos e serviços de maneira inovadora tendo o “ser humano” no centro do estudo, através da aplicação dos valores da empatia, colaboração e experimentação.

Objetivo

  • Apresentar a abordagem Design Thinking para as pessoas que tiveram pouco ou nenhum contato com o modelo;
    Trabalhar as ferramentas de maneira prática para facilitar o entendimento do modelo;
    Apresentar e compartilhar cases que demonstram os resultados alcançados com o uso do Design Thinking.
    Estimular o trabalho em equipe e de forma multidisciplinar;
    Conectar o participante com os conceitos aprender fazendo e prototipe cedo e sempre.

Metodologia

  • Apresentamos onde tudo começou, Iniciando pela escola “Bauhaus” até chegar nos anos 90 com a criação da “Ideo”, uma das maiores consultorias de inovação do mundo.
  • Apresentamos as primeiras escolas focadas no Design Thinkign; a chegada no Brasil e quando a abordagem começa a ser apresentada na mídia especializada.
  • Apresentamos o modelo Design Thinking originado na DSchool em Stanford com as suas cinco fases (Empatia, Definição, Ideação, Prototipação e Teste/Apresentação).
  • Compreendemos os valores da empatia, colaboração e experimentação que são os pilares de sustentação da abordagem.
  • Compartilhamos cases de empresas no Brasil e no mundo que fazem uso da abordagem com objetivo de gerar inovação centrada no ser humano.
  • Compartilhamos a importância/necessidade de ter um desafio para nortear o workshop e criar/validar um desafio com todos os participantes.
  • Aplicamos a ferramenta Matriz CSD (certezas, suposições e dúvidas) para o desafio que será trabalhado.
  • Explicamos o que é empatia, demonstrando através de vídeos e casos reais e realizando a dinâmica do contraponto para que eles possam vivenciar na prática o que é empatia, além de deixar claro que nessa fase iniciamos o primeiro ciclo de pensamento divergente, onde ele irá coletar a maior quantidade possível de informações.
  • Apresentamos as ferramentas que podem suportar a fase: guia de entrevistas, entrevistas, observação e um dia na vida do usuário. 
  • Aplicamos na prática a ferramenta guia de entrevistas, onde ele será orientado a elaborar um roteiro para uma entrevista de 10 minutos de duração.
  • Realizamos a entrevista em pares, onde uma pessoa gera empatia com o entrevistado fazendo uma conversa descontraída e o outro registra as informações (verbais e não verbais). 
  • Explicamos que essa fase tem como foco convergir e revisitar o desafio original para entender se ele ainda está aderente a realidade dos entrevistados.
  • Apresentamos as ferramentas que podem suportar essa fase: download das entrevistas, diagrama de afinidade, mapa da empatia e jornada do usuário.
  • Compartilhamos as informações coletadas nas entrevistas utilizando a ferramenta download das entrevistas.
  • Revalidamos o desafio inicial, com objetivo de avaliar se ele ainda permanece aderente a realidade do usuário, pós entrevistas.
  • Criamos personas utilizando as informações compartilhadas das entrevistas e combinadas com a ferramenta mapa da empatia.
  • Identificamos e registrar a jornada atual do usuário, com objetivo de identificar oportunidades de melhoria no serviço ou produto que está sendo tratado. 
  • Explicamos que essa fase tem como foco iniciar o segundo ciclo de pensamento divergente e que o objetivo aqui é gerar a maior quantidade de ideias dentro de um tempo determinado, quantidade e não qualidade.
  • Apresentamos as ferramentas que podem suportar essa fase: brainstorm, gamestorming, cocriação, priorização.
  • Geramos ideias de maneira individual com um tempo pré-determinado, buscando a maior quantidade de ideias possíveis.
  • Cocriamos as ideias, ou seja, trabalhar o valor da colaboração, onde eles poderão compartilhar suas ideias e ainda terão a oportunidade de ouvir as ideias da pessoa ao lado com objetivo de melhorar essas ideias através de sugestões ou insights.
  • Priorizamos em grupo, buscando consenso de todos de qual ideia que o grupo gerou apresenta o maior nível de relevância para o usuário e simplicidade para criar um protótipo.
  • Explicamos que essa fase tem como objetivo tirar as ideias do papel, para que os usuários possam vivenciar e experimentar a solução que o grupo propõe para gerar inovação e resolver o desafio proposto. Ela encerra o ciclo com pensamento convergente, já que devido ao tempo e foco não é recomendável que se crie protótipo de todas as ideias que o grupo gerou nesse momento.
  • Apresentamos as ferramentas que podem suportar essa fase: storyboard, role play, wireframe, mockup e aplicativos que ajudam na prototipação.
  • Selecionamos uma ideia relevante e simples de prototipar e iniciar o processo de prototipagem.
  • Explicamos que a fase de teste/apresentação tem como principal missão compartilhar para o usuário a solução que foi gerada com foco em resolver o problema que ele está vivenciado e coletar feedback dele, para ajudar o time a melhorar e gerar uma v2 do protótipo.
  • Apresentamos as ferramentas que podem suportar essa fase: Roteiro de Pitch, Feedback Capture Grid e I like, I wish, what if.
  • Apresentamos a ideia para os demais participantes, utilizando o roteiro de pitch respondendo às perguntas: Para quem estou trabalhando? Qual problema estou resolvendo? E como estou resolvendo?
  • Damos feedback os demais participantes podem dar feedback por um tempo determinado do que eles sugerem melhorar ou alterar.
Ronaldo Zanardo

Facilitador

Ronaldo Zanardo

Mais de 20 anos de experiência na área de Tecnologia de grandes empresas.
Atua como facilitador de inovação por meio de abordagem, metodologias e ferramentas como o Design Thinking, Business Model Canvas, Lean Startup, Negócios e Tecnologias Exponenciais, com o objetivo de ajudar pessoas e empresas na busca de soluções de valor para sua vida e seus negócios.

Detalhes

  • kit de ferramentas (templates e manual)
  • Guia de aplicação das ferramentas
  • E-book Jornada Design thinking
  • Gravação do Zoom (modalidade online)
  • Certificado

Pessoa Jurídica: Sob consulta

  • ONLINE

Modalidade: Remoto – Online

Carga horária:
12h
– 4 noites: 3 horas cada

Investimento:

de R$ 397,00 por

R$ 250,00

  • Em até 12x sem juros
    no Cartão de Crédito
Quando:
  • 21 a 24 de setembro
  • 19h - 22h
  • PRESENCIAL

Modalidade: Presencial

Carga horária:
16h
– 4 noites: 3 horas cada ou
– 2 dias: 8 horas cada

Investimento:

de R$ 697,00 por

R$ 549,90

  • Em até 3x sem juros
    no Cartão de Crédito
  • Coffee break incluso
Quando:
  • Aguarde!
  • 19h - 22h

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